Drácula: A gênese

Tudo o que lemos, assistimos e ouvimos sobre vampiros tem uma única causa e criador, que foi capaz de colocar em pouco mais de quinhentas páginas toda a gênese de um mundo repleto de horror, fantasia e imaginação latente. Das mais longínquas histórias inventadas às mais lidas sagas, como Crepúsculo, Bram Stoker faz-se presente de inúmeras formas e com os mais diferentes traços. 
Escrito em 1897, Drácula é o que podemos chamar de partícula una de toda a literatura e cinematografia vampiresca de todos os tempos. Em sete de gestação, a obra reteve as mais diferentes maneiras de expressão e imaginação capazes de levar ao delírio leitores de todo o mundo. 
Nesse ano em que se comemora o centenário de obras como EU, de Augusto dos Anjos, de nascimento do baiano Jorge Amado e de muitos outros notáveis e obras expoentes, Bram Stoker traz-nos a literatura estrangeira como a mais pura expressão do verdadeiro talento!
É inadmissível, portanto, que leiamos todos os demais livros, que assistamos seriados e cultivemos a cultura do Vampiro e do Lobisomem sem ter a mais ínfima noção do grandioso romance de Stoker. Sendo a origem de tudo o que se pode imaginar acerca do misticismo desses seres, Drácula corta os tempos e rejuvenesce, não com sangue alheio, mas com toda a possibilidade de recriação que a tecnologia e a mente humana pode oferecer.
Nesses cem anos de morte do grande Bram Stoker, não podemos deixar de reavivar sua memória e, para tanto, nada melhor que uma boa viagem até o século XIX para desmascarar e caçar o temível Drácula.


                                                             (desligue o reprodutor musical)


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