Uma corrupção multifacetada





James Ribeiro
Irregularidades na gestão Palmeirense não é novidade e todos sabem muito bem disso. Nas ruas palmeiríndias corre a conversa, parece ser um pouco mais que boato, dos funcionários fantasmas da Prefeitura que são ilustrados por umas personalidades até conhecidas. E mais um episódio do quadro corruptivo orna o início deste mês. 
Não é de se espantar que o orçamento destinado à assistência social tenha sido utilizado em fins particulares, desvirtuando a função única do bem público que é o bem estar da população. Segundo a Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, as irregularidades atingem as verbas destinadas para a realização de cursos de geração até pagamento de contas telefônicas de pessoas físicas. E não é difícil adivinhar que pessoas físicas. 
Enquanto que as autoridades subordinadas ao Prefeito James Ribeiro, se esquivam das mais diversas maneiras; o próprio Prefeito assume a posição de eterno culpado, ou seja, foge com a "vergonha no rabo e o rabo entre as pernas" - como bem escreve o imortal Jorge Amado. A diferença é que em seu romance o prejuízo do personagem não afeta outros. 
Na realidade, essa postura covarde já é esperada não apenas do próprio prefeito, mas também de boa parte de seus seguidores. Durante toda a sua gestão, o Prefeito raramente compareceu a eventos públicos e a lugares em que sua presença é exigida. Não é diante de uma acusação que ele aparecerá. Uma pena, pois isso demonstra a incapacidade do atual gestor em ludibriar seus eleitores e ainda se safar, como ocorre em tantas outras cidades. 
Nesses momentos é possível lembrar do ex-prefeito Albérico Cordeiro e do atual Senador Fernando Collor, que apesar de calúnias e verdades sempre estiveram em uma posição cômoda para a sua defesa e promoção pessoal. Evidentemente, que não se pode comparar um político do calibre de Fernando Collor ou de Albérico Cordeiro, ou até mesmo do ex-deputado Helenildo Ribeiro, com um qualquer como esse prefeitozinho.
É até provável que ele só será encontrado nos palanques, fazendo sua eleição sempre com termos grosseiros e analfabetos: é fato que nem gesticular uma frase corretamente o gestor consegue!
É preciso, porém, que todos os eleitores, até mesmo os partidários dessa farsa municipal, já que todos sabem que a administração municipal está entregue às mãos de outro, acabe nas urnas de outubro. E decoremos as facetas que ilustraram e ilustram o cenário palmeirense. E olhe que são bem conhecidas! E exijamos o cumprimento de todos os deveres desses políticos, fracos ou não!
Até quando seremos passíveis às manobras desse tipo de gente?



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